quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Qual é a mania mais esquisita que você tem?

Sou um ser em completo desalinho, repleto de manias e fobias, mas o imensurável, castigável e incontrolável vício de amar sempre será o traço que me torna mais imperfeitamente excêntrico.

O que você tem vontade de fazer, mas não tem coragem?

Me suicidar, simplesmente isso.

O que você acha "o fim da picada"?

Para mim, nada ou ninguém é tão insuportável ao ponto de poder defini-lo como "o fim da picada". Tudo é tolerável, dependendo do momento, do estado de humor e do teor de álcool no sangue.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Oi, tudo bem?

Você prefere a resposta-padrão ou devo explanar sobre cada uma das condições temperamentais que eu possa estar sentindo neste exato momento?

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Quais são as três coisas que você pensa que se tornarão obsoletas nos próximos dez anos?

Levando-se em conta o padrão de desenvolvimento tecnológico e cultural ao qual o homem chegou na contemporaneidade, muitos dos aparelhos presentes no nosso cotidiano, como o rádio e o motor à combustão, há tempo são considerados obsoletos e, no entanto, não foram totalmente descartados devido à falta de algo que os substitua de forma satisfatória, o que talvez seja possível ocorrer no futuro próximo. Não seria também surpresa alguma se atuais tecnologias de ponta, como a televisão de alta definição ou a telefonia móvel 3G, forem descartadas em alguns anos, uma vez que o crescimento tecnológico tem aumentado de forma exponencial a cada dia. Listar três coisas que imagino se tornando obsoletas nos próximos dez anos é, portanto, um fabuloso jogo de azar, com grandes possibilidades de erro. Contudo, ousadia para arriscar uma jogada não me falta: Em consonância com os costumes da atual sociedade moderna, egocêntrica e materialista, vejo um futuro próximo em que viajar de ônibus, usar banheiros públicos e amar o próximo serão considerados hábitos extremamente antiquados, se não passíveis de punição.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O que seria uma pergunta que vale a pena responder?

Nunca deixei sem resposta uma pergunta a mim dirigida, mas inúmeras foram as ocasiões em que adiei minhas palavras, buscando uma argumentação menos refutável e mais coerente. Toda pergunta não apenas merece uma resposta, sendo mais do que um dever fornecê-la. A dúvida consiste em perceber se realmente cabe a quem fora questionado ofertar tal resposta, assim como talvez não caiba a mais ninguém entender quais os seus critérios para considerar uma pergunta digna de réplica. Ao inquiridor, cabe tão somente o bom senso de perceber até onde sua curiosidade não oprime ou invade a privacidade de quem é interrogado e a paciência de esperar que as respostas sejam oferecidas, afinal, para toda dúvida há uma explicação, mas talvez conhecemo-la sem ainda saber.

domingo, 8 de agosto de 2010

Qual é a coisa em você mesmo que provavelmente deveria jogar fora mas que nunca jogará?

Apesar de saber que tenho muito para melhorar físico e espiritualmente, há tempos aprendi a me aceitar como sou. Sempre busco me aprimorar, mas não mais me prendo a isso, pois sou humano e reconheço meu limite e minha imperfeição. Mesmo talvez sendo uma aparente falta de humildade ou excesso de demagogia, creio ser o conhecimento a única coisa em mim que eu provavelmente deveria jogar fora, mas que nunca poderei fazê-lo, pois uma mente, quando expandida, nunca mais retorna ao seu tamanho original. Beleza e riqueza material são características efêmeras; o saber, por outro lado, é eterno. Compreender minha humanidade e, simultaneamente, perceber que não posso fazer nada para corrigi-la, me torna cada vez mais frustrado e confiante em minha inépcia. O camponês goza considerável paz de espírito, desconhecida do homem de cultura e, como dizia minha avó, a dor é o preço à inteligência.

sábado, 31 de julho de 2010

Se você pudesse ter um encontro com qualquer celebridade, com qual seria?

Levando-se em conta que, nem todo encontro tenha de ser necessariamente um encontro romântico e, principalmente, nem toda celebridade tenha de ser alguém que esteja vivo, gostaria muito de ter uma conversa casual com Deus numa cafeteria ou à beira-mar. Como crítico e curioso nato que sou, tenho muitas perguntas a fazê-lo e, mesmo que não consiga compreender a grandiloquência de suas respostas, sei que a conversa seria infindável. Ademais, sua simples presença física me bastaria.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Você se considera um bom dançarino?

Quando estou dançando em algum lugar público, geralmente, todas as pessoas ao redor param para olhar, mas nunca perguntei se elas estão impressionadas com tanta desenvoltura na pista ou se estão assustadas...